Secretaria de Saúde e Ministério Público podem investigar o sacrifício de galos de rinha

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Um vídeo sobre abate de galos de rinha foi publicado nas redes sociais, realizado em Tupã. mostra o abate de galos mutilados e usados para a pratica de rinha, “briga”, foram apreendidos numa propriedade rural, localizada na vicinal que liga Tupã a Queiroz e causou comentários e consternação entre população. A Polícia Ambiental apreendeu 77 galos índios na propriedade rural em Tupã e multou o infrator em R$ 231 mil. R$ 3 mil de multa por cada animal encontrado em situação irregular. De acordo com o 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, uma equipe da PM local realizava patrulhamento pelo município quando tomou conhecimento através do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM), de que ocorria rinha de galos em uma propriedade rural Os policiais foram para o local e constataram a existência de 77 galos índios confinados em gaiolas individuais, sem água e alimentação.

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Todos apresentavam mutilações. Para os protetores dos animais, a forma como os animais foram abatidos foi mais cruel que a rinha. As imagens teriam sido feitas por um funcionário da Secretaria de Meio Ambiente. A Secretária de Saúde, pode instaurar sindicância para apurar as responsabilidades. Até o Ministério Público pode ser acionado para investigar as circunstâncias do ato. O médico veterinário da prefeitura foi convocado para ir ao local da apreensão no último dia 10 e atestou a situação de maus‐tratos, responsável pela avaliação sobre a necessidade de sacrificar os animais flagrado no vídeo, opinando pelo abate dos galos. Os animais foram abatidos e doados a Instituição Associação Joana D’Arc. O abate aconteceu nas dependências da Associação de Amigos e Pacientes Egressos de Hospitais Psiquiátricos (Aapehosp), entidade ligada à instituição Joana D’Arc, que recebeu a doação. Depois de autuado por praticar atos de maus tratos e mutilação contra animais domésticos, o indiciado foi conduzido a Delegacia de Polícia e poderá responder por crime ambiental de maus tratos à animais, que além da multa pode pegar de três meses a um ano de detenção.

Redação: Jornal Fato na Foto com informações Jota Neves