Secretaria de Obras esclarece que chuvas têm atrapalhado trabalho de macrodrenagem

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A sequência de chuvas que atingem Tupã e região tem causado diversos problemas na estrutura de captação de águas pluviais e, consequentemente, quando caem com maior intensidade causam prejuízos à população, por causa das enchentes.

O projeto de macrodrenagem iniciado há cinco anos, através do Consórcio Tupã Ambiental, com recursos estimados em R$ 25 milhões, dentro da primeira etapa, prevê a recuperação do canal do Córrego Afonso XIII, desde a Rua Tupiniquins até o “piscinão” da Moema/Brasil. O trabalho de canalização foi iniciado, com a recuperação de uma erosão na baixada da Tupiniquins, com a canalização ultrapassando a Tupinambás, onde os trabalhos foram paralisados.

Nos últimos anos, essas obras passaram por constantes adiamentos e, a cada período de chuvas, novas dificuldades são encontradas para dar sequência a esses trabalhos. Para que o projeto seja concluído, a empresa contratada pela prefeitura deverá realizar os serviços de limpeza, canalização em armação de concreto, aterro e plantio de grama. “Não temos condições de dar sequência nessas obras por conta do constante período de chuvas.

Dessa forma, não temos como entrar no canal para executá‐las”, informou a Secretaria Municipal de Obras, em nota divulgada na sexta‐feira. Segundo a Secretaria de Obras, o motivo da paralisação não foi causado por uma eventual rescisão contratual, mas sim pelo período de chuvas, que atrapalham a execução desses trabalhos. “Pretendemos voltar com esses serviços na semana que vem”, afirmou.

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Fonte: Diário de Tupã