7 de setembro Independência do Brasil das garras da corrupção” VEM PRA RUA TUPÔ

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Organizadores do ” VEM PRA RUA” convida a todas as pessoas para participarem da manifestação na próxima segunda-feira (7), em busca da independência do Brasil das garras da corrupção. A manifestação vem mais uma vez às ruas em protesto contra a corrupção, contra Dilma e contra o PT.

O manifesto terá sua concentração  na rua mandaguaris com tamôios em frente ao Dallas, e as pessoas que quiserem  participar diretamente da manifestação devem comparecer  ao local apartir das 8:30, a manifestação seguirá logo após o término do desfile,e aqueles que quiserem assistir o desfile e logo após se juntar a manifestação também estão convidados.

“Precisamos de pessoas honestas, trabalhadoras, que pagam seus impostos que estão insatisfeitos com tanta robalheira com tanta corrupção, junte-se a nós, vamos nos unir para que possamos mudar o nosso Brasil, todos podem levar cartazes, instrumentos de som. Temos que recuperar  a indiguinação do nosso povo, a novela, o futebol parece ter mais importância  do que a política séria de nosso pais, não podemos perder a indiguinação, precisamos  nos posicionar para cobrar mais  e participar mais da política de nosso pais, precisamos mudar,mas para isso precisamos de todos.” disse a professora  Verlaine Patrícia e Valdo Perreira”.

Durante a manifestação alguns organizadores estarão colhendo assinaturas em apoio as 10 medidas anticorrupção promovida pela Procuradoria da República no Paraná, as 10 medidas podem virar lei com sua assinatura, saiba mais em http://www.combateacorrupcao.mpf.mp.br/10-medidas.

Redação: Jornal Fato na Foto

 

PROPOSTA DO  MPF PARA O COMBATE À CORRUPÇÃO

Se queremos um país livre de corrupção, precisamos nos unir. O Ministério Público Federal acredita em um Brasil mais justo, com menos corrupção e menos impunidade. É possível transformar a indignação com a corrupção em mudanças efetivas para a sociedade.

Para acabar com o círculo vicioso de corrupção privada e pública, é preciso implementar mudanças sistêmicas e estruturais. Essas mudanças incluem o fim da impunidade, pois esta e a corrupção aparecem intimamente relacionadas em diversos estudos e pesquisas internacionais sobre esse problema.

O MPF tem trabalhado com rapidez e agilidade nos processos envolvendo crimes de corrupção. Mesmo assim, nem sempre alcança a Justiça, porque o sistema favorece a demora, a prescrição (cancelamento do caso penal decorrente da demora) e a anulação do caso com base em formalidades.

Para construirmos uma nova realidade, o MPF apresenta dez medidas para aprimorar a prevenção e o combate à corrupção e à impunidade. As propostas objetivam Transparência, Prevenção, Eficiência e Efetividade.

As medidas buscam, entre outros resultados, evitar a ocorrência de corrupção (via prestação de contas, treinamentos e testes morais de servidores, ações de marketing/conscientização e proteção a quem denuncia a corrupção), criminalizar o enriquecimento ilícito, aumentar penas da corrupção e tornar hedionda aquela de altos valores, agilizar o processo penal e o processo civil de crimes e atos de improbidade, fechar brechas da lei por onde criminosos escapam (via reforma dos sistemas de prescrição e nulidades), criminalizar caixa dois e lavagem eleitorais, permitir punição objetiva de partidos políticos por corrupção em condutas futuras, viabilizar a prisão para evitar que o dinheiro desviado desapareça, agilizar o rastreamento do dinheiro desviado e, por fim, fechar brechas da lei por onde o dinheiro desviado escapa (por meio da ação de extinção de domínio e do confisco alargado).

As propostas do MPF são resultado da Portaria PGR/MPF nº 50, de 21 de janeiro de 2015, assinada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O documento permitiu a criação de comissões de trabalho compostas por integrantes da instituição, com o objetivo de encaminhar sugestões de mudança legislativa para implementar medidas de combate à corrupção. O trabalho teve início com os estudos desenvolvidos pela força-tarefa do MPF na Operação Lava Jato na primeira instância.

Depois do lançamento das medidas em 20 de março de 2015, os cidadãos foram convidados a conhecer e avaliar as propostas de alterações legislativas para enviar sugestões. Depois de mais estudos e reformulações pontuais, os anteprojetos de lei foram entregues pelo MPF ao Congresso Nacional em 1º de junho.